Quando a vida nos penetra
Os olhos com o tempo cansam
A consciência uma hora cede
Os sonhos logo desatinam
A vida então se estreita
E o ser humano
Se torna tão humano
Que toda a existência
É pouca coisa
Ou tanta coisa
Que tão pouca coisa
Nos existe enfim
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
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